Como organizar notificações compulsórias

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Casos recentes como a nova epidemia de Coronavírus fazem ressurgir o debate sobre a importância de um sistema de saúde integrado e eficiente, que consegue agir rápido contra qualquer ameaça.

Para que isso aconteça, governo, agentes de saúde e sociedade precisam estar em harmonia, juntando esforços para combater, principalmente, as doenças mais contagiosas.

Um dos mecanismos utilizados por órgãos do governo, como a vigilância epidemiológica, é a exigência das notificações compulsórias por parte de laboratórios de análises clínicas.

A seguir você vai entender melhor como funciona esse mecanismo, por que ele é tão essencial para garantir a saúde de toda nação e como seu laboratório pode organizar estas notificações de forma mais ágil e prática.

O que é Notificação Compulsória?

Para evitar a proliferação de doenças entre a população brasileira, foi criado o Sistema de Doenças de Notificação Compulsória (SDNC). Nada mais é do que uma lista com diversas doenças que devem ser notificadas às autoridades sanitárias sempre que identificadas, independente da ciência ou da autorização do paciente.

Se um paciente chega ao Brasil e seu exame aponta a presença do novo Coronavírus, o laboratório deve informar imediatamente as autoridades para que possam ser tomadas medidas de prevenção, evitando o contágio de mais pessoas.

A lista de doenças leva em conta critérios como magnitude, transcendência, vulnerabilidade, potencial de disseminação, dentre outros.

A portaria do Ministério da Saúde que versa sobre esse assunto traz consigo uma lista com os diversos tipos de doenças ou agravos, a periodicidade que deve ser feita esta notificação e também qual órgão deve ser notificado.

Por exemplo: Doença aguda contraída pelo vírus Zika deve ser notificada semanalmente pelos agentes de saúde, médicos ou laboratórios. No entanto, se houver doença aguda pelo vírus Zika em gestante, então a notificação deve ser feita em até 24 horas para a Secretaria Municipal e para a Secretaria Estadual de Saúde.

As notificações enviadas para a Vigilância Epidemiológica e demais órgãos pode ser:

Notificação compulsória imediata: realizada em até 24 (vinte e quatro) horas, a partir do conhecimento da ocorrência de doença, agravo ou evento de saúde pública, pelo meio de comunicação mais rápido disponível;

Notificação compulsória semanal: realizada em até 7 (sete) dias, a partir do conhecimento da ocorrência de doença ou agravo;

Notificação compulsória negativa: comunicação semanal realizada pelo responsável pelo estabelecimento de saúde à autoridade de saúde, informando que na semana epidemiológica não foi identificado nenhuma doença, agravo ou evento de saúde pública constante da Lista de Notificação Compulsória.

Como organizar as notificações compulsórias no laboratório?

A notificação compulsória não deve ser entendida como mais um evento burocrático no setor. Pelo contrário, este tipo de procedimento é peça fundamental no combate a diversas doenças. O correto preenchimento das notificações, o envio e a riqueza nos detalhes, ajudarão as autoridades competentes a traçarem planos de ação para a contenção ou prevenção.

Nos dias atuais é praticamente impossível fazer esse tipo de notificação, bem como qualquer outro serviço laboratorial eficiente, sem o auxílio de um software de gestão que consiga compilar todos os dados, organiza-los e facilitar o acesso e transmissão.

Informação é uma das coisas mais importantes para combater qualquer doença, vírus, epidemia, pois, quando mais detalhes se sabe, mais fácil ficará para tomar as medidas necessárias.

Felizmente, hoje, podemos colher informações de diversas formas, até mesmo acessando outros bancos de dados e históricos de pacientes. No entanto, é preciso um software específico para organizar as notificações compulsórias do laboratório, além de diversos outros dados e documentos.

Não basta apenas ter acesso e coletar dados. É preciso que o profissional atuante no laboratório saiba tratar as informações para entender o que elas realmente significam. Porém, fazer isso de forma manual é humanamente impossível.

Uma das principais atribuições de softwares que se propõem a organizar notificações compulsórias e demais documentos no laboratório, é conseguir unir diversas informações, agrupando-as de maneira organizada, permitindo uma análise completa e eficaz.

Certas informações são imprescindíveis para que os órgãos de saúde pública possam definir planos de ações. Como por exemplo, notificar corretamente onde o paciente esteve nos últimos 40 dias para que se entenda melhor onde a doença foi contraída e os possíveis afetados.

Por isso, o preenchimento completo das fichas de atendimento, laudos, cadastros e demais itens do dia a dia laboratorial, são essenciais para a manutenção de bons índices de saúde pública em toda a sociedade. O que pode parecer burocrático, é justamente o que torna possível que epidemias, como a do novo Coronavírus, se mantenham controladas e com baixos índices de infecção e mortalidade.

Você precisa de um software para organizar as notificações compulsórias em seu laboratório

Se você não possui um software que organize as notificações compulsórias do seu laboratório ou não está satisfeito com o que você possui atualmente, sugerimos conhecer o Sistema SCOLA.

Com ele, é possível imprimir os relatórios necessários para encaminhar às autoridades sanitárias responsáveis. Seu uso é fácil e prático, e pode ser gerado no sistema em poucos minutos.

Você pode fazer relatórios diários ou semanais, selecionar por posto, período, setor, tipo de rotina e também ordenar os pedidos por nome ou data de atendimento.

Ter um software capaz de gerenciar todas as operações, rotinas e informações do seu laboratório é essencial para mantê-lo sempre eficiente, atendendo bem e, claro, lucrativo.

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